O que Riacho das Almas compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Riacho das Almas compraram US$ 772,3 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 73 cidades de Pernambuco que importaram, Riacho das Almas ficou em 37º lugar. No Brasil, em 1.356º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Tecidos de algodão, contendo menos de 85 %, em peso, de algodão…271 toneladasUS$ 717 mil93%
- 2Linhas para costurar de filamentos sintéticos ou artificiais…15 toneladasUS$ 55,3 mil7,2%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 772,3 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Riacho das Almas
Quanto Riacho das Almas importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Riacho das Almas (PE) compraram US$ 772,3 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Riacho das Almas mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Tecidos de algodão, contendo menos de 85 %, em peso, de algodão… (93%), Linhas para costurar de filamentos sintéticos ou artificiais… (7,2%).
De quais países Riacho das Almas mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.